Resenha por Jaíne Belmonte
E os zumbis atacam novamente...
Quando comecei a leitura desse livro, imaginava que ele seria um estilo
"The Walking Dead", mais uma história falando de zumbis, eu pensava, afinal,
zumbis parece ser um assunto que não morre nunca. Literalmente.
Nas primeiras páginas, achei o livro um tanto fraco até que me caiu a
ficha que esse livro apesar de ser sobre zumbis dilacerando humanos tinha outro
objetivo, não aquele comum de ensinar a viver durante esse tipo de apocalipse,
mas senti um desejo do autor de passar lições de amor, de pequenos atos de
bondade num mundo aparentemente destruído e da importância da família, já que
mesmo com tudo caindo aos pedaços, o policial Eddie não desiste de encontrar
sua mulher e seu filho, o livro também nos faz imaginar o que faríamos se
colocados na pele de Eddie. Claro que também há os maus intencionados, mas isso
existe em todo lugar, não só em meio a uma invasão de zumbis.
Uma narração rápida, com fatos acontecendo rapidamente e sem pausas.
Ideal para quem gosta de ação, muitos tiros e MUITOS zumbis. O final também não
foi de decepcionar. Recomendo para os fãs dos mortos-vivos, é um livro
interessante de se ler.
Aproveitem e procurem também pelo livro: "Sobreviventes do Apocalipse", não vão se decepcionar!
Nota
Trecho:
"Não consigo encontrar palavras para descrever o choque
daquela magnitude. Como pai, olhando para aquele corpinho dilacerado, senti uma
sensação de violação tão profunda que não pude sair dela. Certamente, aquilo
era o inferno, porque nada mais pode depreciar a condição humana como a visão
de um bebê transformado em uma coisa tão horrível."
— Página 125

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