Resenha - A Escolha - Até Onde Devemos Ir Em Nome do Amor? - Nicholas Sparks


A narrativa de Nicholas Sparks é o diferencial do livro.
Tenho lido muitas críticas negativas aos livros dele, mas é o tipo de livros que são mesmo os romances atuais. Romance, drama e sem cenas de sexo. Exceto, é claro, os novos romances picantes. Pois romances sem drama, são os romances de época. Porém, cada um tem sua opinião e visão sobre cada coisa.
Travis é um cara que gosta de esportes e sair sempre com mulheres diferentes, diferente de seus amigos de infância que já se casaram. E Gabby, ah Gabby. Desde que começa sua história, que está brigada com seu namorado, e falando mal de seu vizinho – Travis –, já percebi que ela estava afim dele, por estar atenta nos detalhes de sua vida, e aquela era a única desculpa que ela achou pra falar com ele – sem demonstrar que está afim dele, é claro –, é seu cachorro que "supostamente" engravidou sua cachorrinha. Depois de ser “Abandonada” por seu namorado que vai para uma convenção. Ela aceita o convite de Travis para passar o sábado com ele e seus amigos.
E tudo corre tão rápido que nem vemos quando chegamos à segunda parte do livro.
A primeira parte do livro é mais romântica, já  na segunda parte do livro o autor começa a mostrar o drama da vida de Travis, por algumas escolhas simples tomadas por ele, causaram um grande tormento em sua vida.
Aprendemos que a vida é feita de nossas escolhas, e Travis tem mais uma delas em mãos, e tudo depende dessa escolha, para seu futuro e o de Gabby.

Pessoas que gostam dos livros do Nicholas, não irão se arrepender de ler esse, que, com certeza, será mais um clássico dos romances internacionais.
Eu, pessoalmente, gosto de romances sobrenaturais. Mas Nicholas Sparks e John Green são ótimas exceções.

Nota:


Trechos.

“Ele sorriu, grato porque Stephanie ainda conseguia conversar com ele da maneira habitual. – O que eu realmente queria saber era o que você teria feito se estivesse no meu lugar.

– Eu sabia o que você queria – disse ela, hesitante. – Mas… não sei, Travis, realmente não sei. Não consigo me imaginar tendo de tomar uma decisão dessas e, para ser honesta, acho que ninguém consegue – ela exalou. – Às vezes eu preferiria que você nunca tivesse me contado.”

“Ao voltar para a clínica onde trabalhava, a única coisa que Gabby sabia com certeza era que ela nunca conseguiria superar o que havia feito, e como não havia pedra grande o bastante para que ela se enfiasse embaixo, o melhor seria procurar um modo de evitar encontrá-lo por algum tempo. Não eternamente, é claro. Um intervalo de tempo razoável. Como os próximos cinquenta anos.” 

“Enquanto existir vida, há esperança...“

“Ela forçou um sorriso que não foi retribuído. – Será que poderíamos começar de novo?

Ele pareceu pensar um pouco naquilo. – Não sei.
- O quê?
- Você me ouviu. – insistiu ele. – A última coisa que preciso em minha vida agora é uma vizinha louca.” 

"Encontrar uma pessoa que tivesse senso de humor foi o melhor conselho que ele recebeu de seu pai quando começou a levar seus namoros a sério, e ele finalmente entendeu por que seu pai sempre havia considerado aquilo importante. Se a conversa era a letra da música, o riso era a melodia, fazendo com que o tempo que eles passavam juntos se transformasse em uma música que podia ser tocada repetidamente, sem que ele se cansasse de ouvi-la."




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