Resenha por: Wesley Belmonte
Páginas: 256
Editora: Leya
Um livro de zumbis totalmente diferente ♥
Se eu posso indicar pra vocês lerem um livro esse ano, com certeza é esse!
Já ouvi muitas criticas sobre ele, porém, nego a todas.
Muitas pessoas dizem que é um "Crepúsculo" de zumbis.
Então, minha opinião sobre esses comentários é a seguinte: se você pega um livro, como crepúsculo pra ler, pensando em ler um livro sobre vampiros, lobisomens, sangue, matança, caça & ETC. Com toda certeza, você não vai gostar, não importa o livro ou seja lá o que for. Isso se chama ansiedade. Todos nós sabemos que ansiedade acaba com tudo, até mesmo um amor. Se colocarmos algo em em nossas mentes e nada sai como planejado, acabamos nos decepcionando.
Agora chega, vamos ao que interessa.
Agora chega, vamos ao que interessa.
O livro é um Romance de zumbis, onde o autor se diferencia, é nesse detalhe.
Ele nos mostra como um zumbi age e o que ele pensa. Não que seja verdade, mas, já que não existem zumbis, ele pode fazer o que bem entender. E esse zumbi que se chama R. Pois é, ele só se lembra da primeira letra de seu nome. Ele sai pra caçar e saciar sua "fome" - ele nos explica que zumbis não sentem fome de carne, mas sim de energia vital, talvez por sentirem inveja de estarmos vivos e eles não. - Após comer o celebro um jovem chamado Perry, o zumbi R começa a ter flashes da vida dele em sua mente. Nosso protagonista começa a ter visões da vida de sua vítima. A partir daí, a todo custo ele quer salvar proteger a namorada de Perry: Julie; mesmo que tenha que enfrentar todos os zumbis. Mas esse não é o objetivo do livro - o romance - mas sim, como poderá haver uma cura para essa doença que acabou o mundo.
O final é imprevisível, nem mesmo em meus pensamentos mais profundos imaginei o que aconteceria com R & Julie.
Boa leitura! :D
Boa leitura! :D
Trechos
"Não precisou muito para se derrubar o castelo de cartas que era a civilização. Apenas algumas rajadas de vento e estava feito, o equilíbrio estragado e o feitiço quebrado. Os bons cidadãos descobriram que as linhas que haviam moldado suas vidas eram imaginárias e facilmente cruzadas. Eles tinham desejos e necessidades e o poder de satisfazê-las, e foi o que fizeram. No momento em que as luzes se apagaram, todo mundo parou de fingir."
"O que tem de errado comigo? Olho para minha mão e sua carne cinza e pálida, fria e dura, e sonho com ela rosa, quente e flexível, e que pode manejar, construir, acariciar."


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